quinta-feira, 11 de abril de 2013

I won't..



« Say those words like there's nothing else: I won't let you go.. »

E há coisas que nada constroem, apenas destroem.. *

‘Todas as amizades são feitas de altos e baixos’.. Sempre ouvi dizer e talvez seja verdade. No entanto, quando se trata de amizade no verdadeiro sentido da palavra, não há baixos suficientes que sejam capazes de desmoronar todos os momentos altos.
Há amizades que duram vidas e outras, que não passam de uma mera confusão do conhecer ao ser amigo. É preciso saber estar presente, ocupar o devido lugar, sem sufocar qualquer relação, dando espaço mas, em simultâneo, dando a mão. É o saber ouvir, o ter um olhar amigo, um sorriso a transmitir, uma palavra de carinho ou um pequeno gesto de conforto..
Se há coisa que a meu ver é capaz de destruir qualquer relação é a discussão cerrada. A discussão dia após dia. É claro que por vezes esta surge do nada mas, quando se torna repetitiva nada constrói, apenas destrói. São ditas coisas que não deviam ser sequer pensadas.. Não se pede desculpa, por orgulho, casmurrice ou porque apenas se olha para o próprio umbigo. Lava-se roupa suja como se de um tanque da terrinha se tratasse. Diz-se tudo o que vem à cabeça, sem medir o impacto que vai ter no outro. E é bom quando a poeira passa e tudo volta ao que era mas, nem sempre é assim. Por vezes a poeira assenta mas já se perdeu imenso. A cumplicidade, a partilha e, sobretudo, o entendimento. Parece que tudo se transforma numa bola de neve em que birra arrasta birra. O calor do outro torna a amizade em algo frio. Cá dentro, quando se pára para pensar, é como se aos poucos e poucos fossemos perdendo algo. Podemos ter tanto para dizer e por vezes silenciamos a falta que o outro nos faz, a saudade pequenina e o quanto queríamos que tudo voltasse. Ou que os ponteiros do relógio voltassem atrás e nada tivesse acontecido.
Por vezes ignoramos e tentamos dar a volta. Esquecer o que ficou para trás. Mas, a meu ver, perdoamos mas não esquecermos assim.. Há coisas que mesmo ditas da boca para fora acabam por tocar, por magoar.. E por ficar. Podes dizer a ti própria que está tudo bem, que não foi nada, que já passou.. Mas lá no fundo há sempre aquele buraquinho agora incompleto. A desilusão pequenina, o sorriso triste, a preocupação, o medo.. Podemos chegar a casa cansados, saturados do dia que tivemos, podemos não ter paciência para nada nem para ninguém.. Mas, não devemos descarregar no outro as frustrações e preocupações, não devemos debitar palavras como quem debita a tabuada, não devemos deitar tudo cá para fora, o que sentimos, o que não sentimos.. Para quê complicar e dizer o que se sente quando não se sente ou fazer o que não se quer quando se quer..?

Se as amizades são feitas de altos e baixos,
que venham os momentos altos porque a saudade começa a apertar.. *
Que venham os sorrisos, as brincadeiras sem fim..
Que venham as palavras, os gestos e a cumplicidade..

domingo, 7 de abril de 2013



Por vezes questiono-me se quando sinto a tua falta
mesmo sem dizer, mesmo sem expressar, 
tu dás por isso..

Custo de Oportunidade

Custo de oportunidade - O valor da melhor alternativa não concretizada, em consequência de se utilizarem recursos escassos na produção de um dado bem ou serviço. Ou seja, o valor dos benefícios que tiveram que ser sacrificados pela escolha que se fez.

Diapositivos de Introdução à Economia da Saúde

(Começo a achar que, não apenas em economia, mas em tudo na vida, há um custo de oportunidade)

domingo, 31 de março de 2013

A verdade é só uma, o mundo carece de sentimentos
mas a busca por eles, é incessante.

quinta-feira, 14 de março de 2013



"...aquele degrau não é para repousar, mas para sustentar o pé o tempo necessário para que o outro venha e seja colocado... E... Acidentes não determinam lugares, nem sonhos... Não há atalhos sem números, e pontes sem semideuses..."

sábado, 9 de março de 2013

Hoje quero deitar a cabeça na almofada, fechar os olhos e guardar.te no pensamento..

(talvez assim mate o bichinho da saudade*)

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Porque curiosamente, onde menos te encontro é onde tu exististe. Desprendeste-te donde estiveste e é em mim que mais me acontece tu estares. Mas nem sempre. Quantos dias se passam sem tu apareceres. E às vezes penso é bom que assim seja para eu aprender a estar só. Mas de outras vezes rompes-me pela vida dentro e eu quase sufoco da tua presença. Ouço-te dizer o meu nome e eu corro ao teu encontro e digo-te vai-te, vai-te embora. Por favor. E eu sinto-me logo tão infeliz. E digo-te não vás. 
Fica. 
Para sempre.


E agora que voltou a acelerar, parece que só se encontra na velocidade máxima.

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