E esta, hein?!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Força, onde estás
O que comanda a nossa memória, tem a capacidade de eliminar as memórias, que mais sofrimento nos provocam. Infelizmente o nosso coração, não consegue eliminar os sentimentos mais dolorosos, muito pelo contrário, são nessas emoções, que ele mais incide.
Não há como evitar, e muito pouco há a fazer.
Suportar, é o que nos dizem. Como, é o que não sabem explicar.
Não há dicas infalíveis, nem estratégias comprovadas.
Se a força acabar, e não houver reabastecimento por aí, vem cá...eu dou-te da minha. Estou aqui. São estes momentos que tornam com que seja possível olhar em volta e ver o que resta.
Não te esqueças, quando ultrapassares, vais sair com uma nova lição de vida e com uma nova força. Até o sol vai ficar mais amarelo e brilhante ;)
domingo, 5 de dezembro de 2010
Voluntariado :)
Angariar mais voluntários e tornar mais visível as organizações e iniciativas que existem são objectivos do I Congresso Nacional do Voluntariado, que decorre hoje e amanhã em Lisboa.
Admite-se que em Portugal mais de 500 mil pessoas prestem serviço ao próximo de forma gratuita, mas, são sempre precisos mais, como refere João Teixeira, da Confederação Portuguesa do Voluntariado, que organiza este congresso cujo mote é “Voluntariado, Força de Mudança”.
Admite-se que em Portugal mais de 500 mil pessoas prestem serviço ao próximo de forma gratuita, mas, são sempre precisos mais, como refere João Teixeira, da Confederação Portuguesa do Voluntariado, que organiza este congresso cujo mote é “Voluntariado, Força de Mudança”.
O objectivo é angariar mais voluntários, dar visibilidade a este tipo de iniciativas, procurar estabelecer novas parcerias com organizações que não façam parte da confederação, debater o papel do voluntário, o seu percurso dentro das organizações e a especialização do seu trabalho, explicou.
Ao longo de oito painéis, 18 conferencistas vão discutir a ética e a responsabilidade social, o enquadramento jurídico do voluntariado, a integração dos desfavorecidos, o 'marketing' em torno do voluntariado, o mecenato e o reconhecimento social.
O ciclo de vida do voluntário vai estar igualmente em discussão, uma vez que o período que este dedica a uma causa “é desenvolvido através de três ciclos: capacitação, realização/avaliação e continuação”, explicou João Teixeira, acrescentando que estes temas são transversais a todas as organizações.
A “tendência de fidelização” é outro dos pontos altos da conferência, uma vez que, segundo João Teixeira, a intenção de qualquer organização é que “os voluntários fiquem durante o tempo suficiente para que a formação feita possa render no trabalho desenvolvido”.
O congresso encerra com uma conferência sobre “o futuro a todos pertence”, cuja ideia é conseguir reunir, a partir das apresentações feitas ao longo do fim-de-semana, uma série de ideias sobre o que poderá ser o futuro próximo.
' learn to live again ,
« Eu queria vingar-me e até tentei fechar o coração com sete cadeados mas com essas sete chaves inventadas tu abriste uma porta já com sinais de erosão.
Não quiseste acreditar e perguntaste-me como é que se criaram tantos ácaros, tanto lixo num coração tão novo eu respondi-te que o amor não se gera sozinho e que tinha sido esse o meu erro. (...)
Reviraste a minha vida e o peso do passado não é mais do que palavras soletradas ao acaso; então perante ti, eu não consigo actuar e não tenho a capacidade de fugir para os camarins. Perante ti e ao teu lado, eu sou muito mais para parecer muito menos. »
Não quiseste acreditar e perguntaste-me como é que se criaram tantos ácaros, tanto lixo num coração tão novo eu respondi-te que o amor não se gera sozinho e que tinha sido esse o meu erro. (...)
Reviraste a minha vida e o peso do passado não é mais do que palavras soletradas ao acaso; então perante ti, eu não consigo actuar e não tenho a capacidade de fugir para os camarins. Perante ti e ao teu lado, eu sou muito mais para parecer muito menos. »
Maybe..
« It's times like these you learn to live again.. »
' Lado Humano ,
Na última aula de Psicologia, o tema foi « SIDA e Doenças Oncológicas »..
Há cerca de 12 anos, nos HUC, um indivíduo foi proposto a um acompanhamento fisioterapeutico. Enquanto desfilava pelo ginásio da Fisioterapia, no hospital, atrás de si seguia a fisioterapeuta que supostamente o iria acompanhar nas sessões seguintes de tratamento. O senhor, manifestava um ar cabisbaixo e de desalento. Era vítima do vírus da SIDA. A senhora, fazia.se acompanhar por duas batas brancas, compridas, vestidas sobre a sua roupa, luvas de plástico bem resistentes, uma máscara a tapar as vias respiratórias e um chapeuzito na cabeça. Já não bastava o período complicado que o senhor atravessava e a maneira como ele se sentia, como a senhora fazia questão de realçar a doença do paciente e de o expor, ainda mais, aos olhares alheios, desnecessariamente. Por vezes, o profissionalismo fica de parte. Medo? Ignorancia? Falta de informação?
~
« Todas as pessoas têm 1000 desejos.. Uma pessoa com cancro, tem apenas um: ficar melhor! »
~
Transmitir um sorriso, dar um carinho e um pouco de compreensão, também fazem parte do lado profissional de cada um. Mas, acima de tudo, fazem parte do lado humano de cada um.
sábado, 4 de dezembro de 2010
' Faz o que deve ser feito ,
Já lá vão alguns anos desde que ouvi um pedo-psiquiatra falar sobre anorexia e uma das coisas ditas por ele que mais me marcou, foi quando ele disse que sempre que fazemos alguma coisa às escondidas, significa que estamos a fazer alguma coisa que muitas das vezes é incorrecta, muitas das vezes é errada. E, até à altura, nunca tinha pensado nas coisas dessa forma, nunca tinha feito essa analogia.
Hoje, transpondo essa mesma ideologia para outro plano, consigo ver com mais clareza que quando não queremos que os outros saibam que fizemos isto ou aquilo.. Quando evitamos que os outros vejam isto ou aquilo.. Quando esperamos que os outros não se apercebam disto ou daquilo.. Provavelmente, é porque estamos a fazer algo de errado. Em muitos casos, é porque fazemos sem sentir verdadeiramente. E aí? É preferível pensar antes com todos os neurónios que temos cá dentro, ouvir bem o coração e não confundir cada batidela e, não o fazer.. Se sentirmos de verdade, iremos querer que todo o mundo presencie a nossa felicidade :') Se não sentirmos de verdade, se fizermos e escondermos, não estaremos a ser correctos connosco e, muitas das vezes, não estaremos a ser justos com quem nos rodeia. Aí, é melhor deixar passar o tempo e permanecer sem o fazer.. Ou optar por outros caminhos e agir noutros pontos. Noutros pontos até onde o nosso coração nos leva! E, até onde a nossa mente nos permite ser racionais.
Que um dia te orgulhes de uma grande parte dos passos que deste :')
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
'
Hoje senti uma sensação estranha.. Como não sentia á muito. A chegada a Viseu traz destas coisas..*
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