domingo, 12 de junho de 2011


« Brindámos "à rosa", sem que eu precisasse de entender o porquê, bastava-me estar ali. Mas depois passou o vendedor de rosas e eu apressei-me a dizer não, não tenho dinheiro. Só segundos (cinco?) depois me lembro do brinde e entendo que as oportunidades se podem perder demasiado depressa para quem não está atento. Distraíste-me. Mas logo respondeste que, se não me lembrei, então não estava destinado a que a rosa fosse tua. Mas não sabes tu que não poderia ser de mais ninguém senão tua? » ,

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