« When you find out who you are, you’ll find out what you need. Blue skies and sunshine guaranteed! »
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Carta de despedida aos amigos,
« Se por um instante Deus se esquecesse que sou uma marioneta de trapo e me oferecesse mais um pouco de vida, não diria tudo o que penso, mas pensaria tudo o que digo.
Daria valor às coisas não pelo que valem, mas pelo que significam.
Dormiria pouco, sonharia mais.
Entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos 60 segundos de luz.
Andaria quando os outros páram, acordaria quando os outros dormem.
Ouviria quando os outros falam e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate…
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto não apenas o meu corpo, mas também a minha alma.
Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria meu ódio sobre gelo e esperava que nascesse o sol.
Pintaria com um sonho de Van Gogh as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que oferecia à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco mais de vida, não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas.
Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo Amor.
Aos Homens, provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar.
A uma criança dar-lhe-ia asas, mas teria de aprender a voar sozinha.
Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês Homens…
Aprendi que todo o mundo quer viver em cima de uma montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta.
Aprendi que quando um recém-nascido aperta com sua pequena mão, pela 1ª vez, o dedo de seu pai, o tem agarrado para sempre.
Aprendi que um Homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…»
Daria valor às coisas não pelo que valem, mas pelo que significam.
Dormiria pouco, sonharia mais.
Entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos 60 segundos de luz.
Andaria quando os outros páram, acordaria quando os outros dormem.
Ouviria quando os outros falam e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate…
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto não apenas o meu corpo, mas também a minha alma.
Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria meu ódio sobre gelo e esperava que nascesse o sol.
Pintaria com um sonho de Van Gogh as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que oferecia à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco mais de vida, não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas.
Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo Amor.
Aos Homens, provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar.
A uma criança dar-lhe-ia asas, mas teria de aprender a voar sozinha.
Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês Homens…
Aprendi que todo o mundo quer viver em cima de uma montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta.
Aprendi que quando um recém-nascido aperta com sua pequena mão, pela 1ª vez, o dedo de seu pai, o tem agarrado para sempre.
Aprendi que um Homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…»
Gabriel Garcia Marquez
domingo, 8 de julho de 2012
« Basicamente as pessoas são como os legos, ou encaixam ou então não vale a pena
forçar. Se acontecerem silencios estranhos, olhares para o lado ou
desentendimentos logo no inicio, ai, esquece, não há pachorra, é largar. Porque
existe aquilo, pah, a empatia que gera simpatia e que faz nascer algo muito giro
e quando encaixa, é giro, quando é forçado, só danifica ambas as parte e para
danificar? já basta a vida. »
sábado, 7 de julho de 2012
Pequenas receitas ,
« Para quem gosta de "cozinhar". De tão banal e de tantos lugares comuns talvez, quiçá resulte um "belo prato"...
01. Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.
02. Dê preferência aos amigos alegres. O“...baixo-astral” puxa você para baixo.
03. Continue aprendendo. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.
04. Ria sempre, muito alto. Ria até perder o fôlego.
05. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja VIVO enquanto você viver.
06. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
07. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo, peça ajuda.
08. Viaje sempre que puder, mas que não sejam viagens apenas para o passado.
09. Diga a quem você AMA, que você realmente o AMA. Sempre.
10. Lembre-se sempre que a vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir... de tanta surpresa... de tanta felicidade.
Por fim, ponha tudo no forno do coração e deixe aquecer todos os dias de sua vida. »
02. Dê preferência aos amigos alegres. O“...baixo-astral” puxa você para baixo.
03. Continue aprendendo. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.
04. Ria sempre, muito alto. Ria até perder o fôlego.
05. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja VIVO enquanto você viver.
06. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
07. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo, peça ajuda.
08. Viaje sempre que puder, mas que não sejam viagens apenas para o passado.
09. Diga a quem você AMA, que você realmente o AMA. Sempre.
10. Lembre-se sempre que a vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir... de tanta surpresa... de tanta felicidade.
Por fim, ponha tudo no forno do coração e deixe aquecer todos os dias de sua vida. »
Delicate Balance ~
Mufasa Monday:
“Everything you see exists together in a delicate balance.
As king, you need to understand that balance and respect all the creatures,
from the crawling ant to the leaping antelope.” :') *
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Estas novas tecnologias..
E cada vez mais devemos evoluir com a evolução tecnológica. Devemos espreitar cada mundo virtual que vai surgindo.. Era o Msn, o Hi5, o Facebook, o Skype, o Twitter.. Eram os toques por telemóvel, as sms, as sms gratuitas, as mms.. Era tudo tecnologia.. Mas, e as cartas? E os cafés que duravam horas e horas? E a presença física? E o dar a mão? Houve muita coisa que foi crescendo mas houve muitas mais que foram (ou tendem) a desaparecer..
E, no meio disto tudo, de tanta invenção, há coisas que me metem confusão. Por vezes, começo a desconfiar mesmo do carácter bipolar de algumas pessoas. São expressões de boa disposição alteranadas com frases em forma de telegrama, são smiles e aquelas simbologias modernas alternadas com o vazio, são reticências alternadas com a ausência de pontuação..
E o receptor que leia e, que interprete da forma que quiser e entenda. Mas, que esteja sempre pronto a pegar no telemóvel, a dizer (....) e (...) terminando em "!" ou "..." e colocando lá pelo meio ":)".
Como já dizia alguém, "no tempo da minha avó não haviam telemóveis e as pessoas eram bem felizes". Subscrevo.
Há 'amizades' e amizades..
Há coisas que me custam a digerir..
Chamem a isto egoísmo ou o que quiserem, mas, para mim, é apenas o estar lá enquanto amigo. Há pessoas que cobram de ti os minutos em que não estiveste presente, o não teres tido uma palavra, um abraço, um pequeno gesto de apoio, compreensão e carinho. No entanto, de que vale cobrarmos dos outros aquilo que nem nós próprios somos capazes de dar? Somos defensores das 'verdadeiras' relações de amizade, do recuperar o tempo perdido, de tentar voltar ao que se era em tempos passados. E, defendemos a nossa opinião com a teórica toda na ponta da língua pronta a disparar. O problema é quando nos deparamos com a prática. Queremos alguém do nosso lado mas nem sempre somos capazes de estar do lado de alguém. Não estou com isto a querer dizer que uma relação de amizade envolva uma relação de dependência. Não.. Mas, por vezes andamos tão envolvidos nos nossos problemas que nos esquecemos que os outros também terão os deles.. Esquecemos de dedicar algum tempo a ouvi-los.. Sim, porque muitas vezes basta ouvir.. Andamos envoltos numa excitação tremenda porque namoramos, porque temos que ouvir a pessoa que amamos, porque queremos passar algum tempo com a pessoa de quem gostamos, porque não queremos ter saudade e temos medo de ao mínimo centímetro de distância criarmos metros de ausência. E, enquanto isto, há alguém a precisar de nós que, até é capaz de levantar a mão de forma tímida, como a criança no primeiro dia de aulas quando tem um nó no cerébro perante tanta confusão e nós, nem que se erguesse a Torre Eiffel seriamos capazes de a ver.. Andamos tão nas nuvens com o nosso novo mundo, os nossos novos amigos, os novos sítios que conhecemos e os novos sentimentos que experimentamos que acabamos por esquecer os verdadeiros sentimentos de amizade, os amigos de datas antigas e aquele mundinho que tantas vezes esteve lá de abraços abertos e com um chão firme para nós.
E um dia, tudo à nossa volta se desmorona.. E aí, voltamos a exigir e, voltamos a não ouvir. Porque os nossos problemas são os nossos problemas e naquela altura, não temos cabeça nem paciência para mais nada.. E teremos ainda algum espacinho no coração para dedicar à verdadeira amizade?
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